quarta-feira, 31 de agosto de 2011

“Eu juro que doeria. Que me mataria. Que eu provavelmente morreria segundo após segundo, se eu não tivesse mais o teu sorriso, o teu olhar, as suas palavras, as nossas brigas, as nossas lembranças. Eu juro que seria um fardo viver, que a palavra certa seria sobreviver. Que seria como uma obrigação, uma dentre as muitas que eu poderia deixar de cumprir.” Gabriela Vieira (respostas-sinceras)

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